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Conheça a hierarquia dos hidratos de carbono

O consumo de hidratos de carbono é fundamental para o bom funcionamento do organismo, mas pode-se reduzir à quantidade e melhorar no que diz respeito à qualidade…

Os hidratos de carbono (ou glúcidos ou glícidos ou açúcares) são os nutrientes energéticos da nossa alimentação. Um grama de hidratos de carbono fornece 4 Kcal. Este é o principal combustível das células e podem ser encontrados nos mais variados alimentos, como mel, bolachas, pão, arroz, batatas, fruta, bolos e leguminosas secas. Existem dois tipos de hidratos de carbono: simples e complexos.

Este macronutriente é indispensável para a saúde, uma vez que é um dos melhores ‘combustíveis’ para o nosso organismo, dando-lhe energia e estimulando o funcionamento pleno do corpo.

Contudo, os hidratos de carbono apenas são bons para a saúde quando são bem escolhidos e ingeridos em quantidades controladas e de acordo com as necessidades de cada um.

Como lhe explicámos aqui, existem dois tipos de hidratos de carbono: os complexos (bons para a saúde) e os simples (maus para a saúde). A escolha dos melhores é o primeiro passo a dar. E como é que se escolhe? Recorrendo à hierarquia dos hidratos de carbono, uma técnica criada pelo médico Michael Roussell e divulgada pela revista norte-americana Men’s Health.

Segundo o especialista, existem seis tipos de alimentos ricos em hidratos de carbono e que devem ser consumidos segundo a seguinte ordem (sendo que os que aparecem primeiro devem ser consumidos mais vezes e os que aparecem em último devem ser consumidos muito esporadicamente ou até mesmo evitados):

Dar sempre preferência a – Vegetais de folha verde, como o espinafre, a alface, a couve, a couve-de-bruxelas, os brócolos, os espargos, etc.

Continuar a dar preferência a – Frutas, legumes e vegetais coloridos, como o tomate, a abóbora, a cenoura, a beringela, etc.

Preferir ainda – Frutas variadas, como a maçã, os frutos vermelhos, o ananás, a banana, as pêras, etc;

Optar sempre em detrimento das versões tradicionais – Cereais de grãos integrais, como arroz integral, massa integral, trigo sarraceno, quinoa, aveia, arroz castanho, etc.

Consumir poucas vezes – Cereais refinados, como o pão branco, a massa e o arroz nas suas formas mais convencionais;

Não consumir ou consumir raramente – Alimentos processados ricos em açúcares adicionados e/ou gorduras trans, como os bolos, as bolachas, as batatas fritas, os refrigerantes, as bebias energéticas, os cereais de pequeno-almoço, etc.



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